O protesto
contra a importação de cacau teve queima simbólica de amêndoas do
produto que antes era “fruto de ouro” e tem arroba hoje cotada a meros
R$ 58,00. A baixa cotação ocorre num momento de retomada da lavoura
cacaueira baiana e perspectiva de produção para atender a demanda da
indústria nacional. Com a importação de amêndoas, o mercado interno
sofre consequente desvalorização com o aumento de estoque. Não à toa,
produtores e trabalhadores, estes ligados ao MST, conseguiram atrair a
atenção de prefeitos, vereadores e deputados baianos, a exemplo de
Augusto Castro (PSDB), Leur Lomanto (PMDB) e Sandro Régis (PR). Os
riscos da importação de cacau também foram lembrados no pronunciamento
de autoridades e em cartazes afixados na área da manifestação. As
últimas importações trouxeram carga infectadas por insetos alados, mas
acabaram liberadas pelo Ministério da Agricultura. (Pimenta)
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